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Vitamina D baixa? Tudo que você precisa saber sobre o hormônio mais poderoso do corpo humano!

Ela é conhecida como vitamina, mas na verdade é o hormônio essencial mais potente do corpo! Essa potência pode ser medida pela eficácia do tratamento e prevenção de diversas doenças frente a outras substâncias naturais.

A síntese de vitamina D acontece em nosso corpo à partir de duas origens, veja a seguir.

Como a vitamina D é produzida?

O corpo fabrica vitamina D assim: cerca de 90% provém da exposição solar e apenas 10% dos alimentos. Na primeira via, é necessário, resumidamente, de dois fatores: luz solar e o colesterol.  Ao receber os raios ultravioletas do tipo B (UVB), o colesterol que está depositado na camada mais profunda da pele é convertido em colecalciferol, mais conhecido como Vitamina D3. A vitamina D3 é transportada para o fígado, depois para os rins e, enfim, é transformada na sua forma biologicamente ativa: o calcitriol, cuja principal função é aumentar a absorção de cálcio, fósforo e magnésio pela via intestinal. 

A segunda via é a partir dos alimentos de origem animal e vegetal, mas quantidade disponível é tão baixa que a conversão é insuficiente para manter os níveis adequados de Vitamina D, portanto, não substitui uma rotina de banho de sol.

Portanto, se você não se expõe ao sol todos os dias, por pelo menos 20 minutos, com 60% do seu corpo exposto, provavelmente sua vitamina D está baixa. Apesar de vivermos num país tropical, mais de 90% da população tem deficiência de vitamina D, muito provavelmente devido às mudanças de estilo de vida e maior preocupação com a exposição solar. 

Quais os principais benefícios da vitamina D para o nosso organismo?

Imunidade aumentada

Para ter uma noção da sua importância, ela estimula a produção de uma proteína chamada catelicidina, que possui atividades não apenas antibacterianas, mas também antifúngicas e antivirais. Sim! Nós temos um antibiótico de largo espectro produzido naturalmente pelo nosso corpo. Já pensou em passar todo o inverno sem gripe ou resfriados?

Coração e osso forte para toda vida

A vitamina D estimula a produção de osteocalcina. Trata-se daquela proteína legal que “chama” o cálcio que ingerimos para dentro dos ossos, caso contrário, ele (o cálcio) fica vagando sem rumo, até começar a se depositar em alguma artéria e aumentar o risco de infarto ou AVC.

Gravidez segura

No primeiro trimestre principalmente, a vitamina D é essencial para a gestante, pois ela age no sistema de defesa da mãe aceitando o novo embrião, evitando o risco de aborto. Durante a gravidez, a vitamina D previna problemas de infecções e diabetes gestacional, inclusive o parto prematuro. Já no final da gestação, a vitamina D tem forte influência sob o controle da pressão arterial, evitando o risco de pré-eclâmpsia, situação quando a mãe pode desenvolver hipertensão, no caso de hipovitaminose.  

O bebê também se beneficia durante todo o seu desenvolvimento cerebral, evitando-o do autismo, que é o transtorno de desenvolvimento que prejudica a capacidade de se comunicar e interagir com a sociedade.

Sucesso no tratamento de doenças autoimunes

Esse processo se dá quando o sistema imunológico do corpo ataca as próprias células saudáveis, desencadeando processos inflamatórios e infecciosos crônicos que originam doenças como: esclerose múltipla, lúpus, artrite reumatoide, diabetes, etc.

O médico Cícero Galli Coimbra, neurologista, brasileiro, se tornou famoso no mundo todo através de um protocolo de tratamento com dosagens de vitamina D, denominado protocolo Coimbra, na qual são acertadas doses individuais, de acordo com a problemática de cada organismo.

Esse tratamento já foi realizado em mais de 1200 pacientes e tem permitido retroceder o desenvolvimento das doenças autoimunes, inclusive recuperar as sequelas.

Quais os sinais e sintomas da deficiência de vitamina D?

Dentre vários, os mais notáveis são: diminuição da massa muscular, pele seca, aumento da gordura corporal, diminuição da libido, déficit de atenção e memória, depressão (mau humor, desânimo), alterações ou doenças cardíacas, raquitismo, osteoporose, aumento do risco de fraturas, infecções recorrentes e muitas outras.

É importante alertar que a idade é um fator diretamente relacionado à baixa produção dessa vitamina. A partir dos 30 anos, a síntese de vitamina D começa a diminuir gradativamente. Para ter uma ideia, idosos com 70 anos ou mais, produzem 4x menos que um jovem de 20 anos.

Mas como saber se a Vitamina D está baixa?

Faça o doseamento em algum laboratório de confiança da sua cidade. No Brasil se considera normal acima de 30 ng/mL, mas, recentemente, estão aceitando valores maiores que 20 ng/mL, enquanto vários países já atualizaram para 50. Contudo, os níveis séricos ideais são aqueles que permitem produzir os maiores benefícios para a sua saúde. 

Como repor a vitamina D de forma segura?

Banhos de sol, exponha a maior parte do corpo que puder. O tempo varia de 10 a 20 minutos (pele mais clara, menos tempo) no horário de maior incidência do sol e não use filtro solar. Após, use o filtro normalmente que o seu dermatologista prescrever de acordo com o pigmento da sua pele.

Dica importante: se o banho de sol for da sacada ou pela janela de vidro, abra-os, pois os vidros impedem a absorção dos raios ultravioletas do tipo B, que são aqueles responsáveis pela ativação da vitamina D.

Contudo, quando não há exposição ao sol de forma regular, a alimentação não é suficiente, então é necessário recorrer à suplementação. A deficiência pode ser revertida após o uso de suplementos de Vitamina D, sempre orientado pelo farmacêutico, médico e nutricionista.

Como escolher o melhor suplemento de Vitamina D?

Antes de você comprar, deve estar atento a um detalhe. Em geral os suplementos com baixo custo têm a vitamina D na forma inativa, ou seja, após sua ingestão você deve se expor ao sol para ativá-la.

A escolha certa é a Vitamina D3 (colecalciferol) que é a forma ativa da vitamina; seu uso dispensa a exposição ao sol. Se você ingere vitamina D inativa e não faz a exposição ao sol, estará jogando dinheiro fora e comprometendo a sua saúde.

Qual a dosagem de Vitamina D3 que devo tomar?

Não há uma definição padrão. No Brasil, o ministério da saúde recomenda a ingestão de 5 microgramas (200 UI) diariamente. Já nos EUA, estudos recentes tem orientado a ingestão de até 250 microgramas (10.000 UI) por dia. Mas esses valores podem ser maiores ou menores dependendo da sua dosagem sérica de vitamina D.

Qual o melhor horário para suplementar a Vitamina D3?

Ela é solúvel em gorduras, ou seja, ela precisa do suco biliar para ajudar na ”digestão” e ser absorvida. O suco biliar é produzido pelo fígado, armazenado na vesícula e excretado, principalmente, após as refeições.

Então o melhor horário para tomar é após o almoço ou a janta. Por isso a forma farmacêutica em base oleosa, como as cápsulas moles, é mais bem absorvida que aquelas cuja base é pó ou comprimido.

Efeitos colaterais na suplementação de vitamina D3

Nas doses recomendadas não há qualquer efeito colateral, mas o excesso pode ser prejudicial se não houver orientação e suporte médico, causando um aumento muito grande na absorção de cálcio e sobrecarregando as funções renais. Portanto, a auto suplementação não é indicada. Verifique se há carência e a dosagem ideal para o seu corpo.

 

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Rodrigo Jacomelli Silva
Farmacêutico - CRF/ES 5911

 

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